quarta-feira, 8 de novembro de 2017

O FRACASSO NÃO É CAIR
O fracasso não é cair. É ficar caído.

EM 1991, Anne Busquet trabalhou como gerente geral da divisão de Clientes Especiais da American Express. Quando se descobriu que cinco de seus 2.000 funcionários haviam ocultado uma perda de 24 milhões de dólares, ela foi considerada responsável.

Busquet teve de admitir que, por ser perfeccionista ao extremo, dava a entender a seus funcionários que ela era uma pessoa intimidadora e intransigente - a ponto de eles preferirem mentir a revelar-lhe a má notícia.

Busquet perdeu a posição que ocupava, mas teve uma segunda oportunidade na American Express: uma oportunidade para levantar um dos setores menores da empresa. Com a auto-estima abalada, ela quase recusou a oferta, mas entendeu que essa seria a oportunidade de mudar seu comportamento em relação às outras pessoas. Assumiu o novo cargo como um desafio pessoal.

Entendendo que precisaria ser muito mais compreensiva, ela começou a se esforçar no sentido de ser mais paciente e ouvir com mais atenção. Aprendeu a extrair más notícias dos funcionárias sem intimidá-los.

Quatro anos depois, foi promovida a vice-presidente executiva da American Express. O fracasso não é o fim de tudo. É um professor para um novo começo a uma vida melhor! 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Vale a pena toda essa destruição da natureza pelo homem?



Existiu a muito tempo atrás, três gaivotas brancas, isso mesmo, brancas. Elas voavam tão alto e com tanta beleza, que todos entortavam os pescoços para admirá-las...
Certo dia, alguns seres (homens) montados em cavalos, apontaram as suas armas de fogo e atiraram nas gaivotas brancas reduzindo-as a alvos banais. Elas caíram sobre o solo uma a uma como pacotes de brindes vindos do céu... Eles sorriam e diziam: peguei, peguei! Os seus olhares de vitória se misturaram às penas brancas cobertas de vermelho. O céu ficou ali, parado, emudecido, tonto... estarrecido! O céu não podia acreditar... O azul ficou tão pálido que pensou ter sido atingido e sentiu-se baleado. Tanta beleza, tanta alegria, tanta dança... Acabaram... Mortas... Por nada, NADA! Eles os homens, deixaram ali, sem vida, os seus troféus. E caídas permaneceram até que o céu muito triste chorou. Suas lágrimas lavaram o vermelho, levando junto com o branco a alegria. Alegria que jamais homem algum poderá trilhar com o seu corpo, no corpo do céu. Ainda com muita dor, o céu gritou bem alto: "O HOMEM DESTRÓI O QUE NÃO COMPREENDE!". Outras gaivotas continuaram existindo, outros homens também. Mas à medida que o homem escolher destruir (a arte) a grande obra do criador, ele estará se auto destruindo. Relaxar... Olhar para o céu e sentir a beleza da grande obra é fazer renascer a bela dança das três gaivotas brancas: A arte, o belo e o bem.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Não sejamos egoístas
     
Era uma vez, um homem que estava a procura de emprego. Durante o dia todo andou pela cidade, procurando por trabalho. Muito cansado, parou em frente a um supermercado.

Percebeu que um homem olhava para ele, parecia ser o dono. Se aproximou e disse: - Amigo, estou andando o dia inteiro, não tenho nenhum dinheiro mas estou com muita fome, o senhor poderia me dar algo para comer?

O homem com um olhar de desprezo o mediu dos pés a cabeça e disse:
- Eu não posso matar a fome de todos que batem a minha porta e também não tenho culpa pela situação do povo.

O homem, muito triste abaixou a cabeça e foi andando, sem forças e sem destino algum, até que chegou a uma praça.

Num dos bancos, uma pessoa estava ouvindo rádio e comendo um apetitoso lanche.

Ele se aproximou, sentou , e sem que pedisse, essa pessoa simplesmente lhe ofereceu um pedaço dizendo:
- Sente ao meu lado, descanse e ouça um pouco de música.

Por longo tempo, ficaram assim, em silêncio.

Já anoitecia, quando de repente a música foi cortada e entrou uma mensagem urgente, dizendo que tinha ocorrido um grave acidente e a vítima estava correndo perigo de vida por precisar de um sangue raro que estava em falta no hospital da cidade.

Ao ouvir o tipo de sangue não pensou duas vezes, saiu correndo para o hospital. Ao chegar, muito cansado, disse ao médico:
- Só espere que eu recupere as minhas forças e pode tirar o necessário para que a pessoa que esta precisando não morra.

Enquanto ele estava sendo preparado para a doação, notou que conhecia a pessoa que iria receber seu sangue, e por ironia do destino era simplesmente, o dono do supermercado!


Não sejamos egoístas, guardando tudo para nós mesmos, talvez, não tenhamos tempo para usar!

domingo, 5 de novembro de 2017

O PEQUENO FEITO
Uma missionária navegava de volta para casa quando ouviu um grito no meio da noite, um grito que é o pior de se ouvir no meio do oceano:
- Homem ao mar!

Levantou-se rapidamente de seu leito, acendeu a lâmpada à querosene de sua cabine, e então segurou a lâmpada na janela com esperanças de ver algum sinal de vida nas escuras águas lá fora.

Não conseguindo ver nada, ela pendurou a lâmpada de volta em seu suporte, apagou-a e retornou a seu leito com orações pelo homem perdido no mar.

Na manhã seguinte, para sua surpresa, ela descobriu que o homem tinha sido salvo. Não só isso, mas descobriu que o lampejo de sua lâmpada mostrou àqueles que estavam no convés, a posição do homem perdido, que agarrava-se desesperadamente a uma corda ainda presa ao convés. Ele foi puxado das águas frias no momento exato.

O feito tão pequeno como o fazer brilhar uma lâmpada na altura certa tinham poupado a vida de um homem.

Não é o tamanho do feito que você faz que conta. É o fato de que você faz algo para o bem e não para o mal, e com a confiança de que Deus toma cada feito que nós executamos e os usa para Seus propósitos, em nossa vida e na vida dos outros.
Deus lhe abençoe!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A essência da compaixão


Numa mesa de almoço, um avô percebe que a neta de onze anos está calada.

Subitamente, ela desaba a chorar e se dirige para outro aposento da casa.

O avô, intrigado, segue a neta querida, que já se sentava sobre o sofá da sala com a cabeça baixa.

O que foi, minha querida? O que aconteceu?

Vovô, quando vejo uma pessoa sofrendo eu sofro também. O meu coração fica junto ao coração dela...

O avô compreendeu que ela chorava porque se lembrava de alguém que estava sofrendo.

A menina, de pouco mais de uma década de vida, descobria ali a essência da compaixão.

Fernando Pessoa, através de Ricardo Reais, diz assim:

Aquele arbusto fenece, e vai com ele parte da minha vida. Em tudo quanto olhei fiquei em parte. Nem distingue a memória do que vi, do que fui.

Aqui se encontra uma das marcas da nossa humanidade. - Proclama Ruben Alves.

Vejo algo fora de mim. Mas os meus olhos trazem o que está fora para dentro de mim.

Aquele arbusto - ora, aquele arbusto... Vegetal, nada tem a ver com o poeta. Mas os meus olhos o veem e percebem que ele está fenecendo.

Sou movido por uma imensa e irracional compaixão. Recolho o arbusto que fenece dentro de mim. E eu feneço também.

* * *

A compaixão tem tal poder, e por isso é agente supremo do amor na Terra. É através dela, inicialmente, que a caridade poderá se manifestar.

Precisamos estar no lugar do outro, sentir o que ele sente, e esse sentimento provocar em nós a urgência da ação.

A compaixão é diferente da pena. A pena é estática, distante, não exige envolvimento com o outro.

A compaixão, por sua vez, é dinâmica, proativa, e implica no envolvimento profundo com a vida alheia.

Em tudo quanto olha, ela fica em parte, sim.

Em tudo quanto olha, ela se identifica, pois não consegue se ver sozinha neste mundo. Ela enxerga muito mais o nós do que o eu.

É ela que está salvando este mundo. É ela que está acelerando a mudança para o bem que vem se operando na Humanidade nos últimos tempos.

É a agente da regeneração. Irmã bendita da caridade.

Sem ela a insensibilidade toma conta, congela, paralisa.

Sem ela somos apenas instinto de sobrevivência, sem sentimento algum.

Sem ela, estagnamos a evolução individual, pois sem envolvimento com o ser coletivo, o crescimento pessoal é limitado.

Compaixão... Tenhamos hoje esta virtude como meta.

Como anda o desenvolvimento dela em seu coração?

O que você pode fazer para colocá-la em prática hoje?

As oportunidades virão. Precisamos estar prontos para ela.

Sejamos agentes de transformação do mundo, de braços dados com a compaixão, sempre.


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

A mulher da padaria

Uma mulher morava num bairro onde todos tinham o hábito de dar caixinha para os balconistas da padaria. Ela se mudou para outro bairro onde não existia esse hábito.

No primeiro dia que foi à padaria, ao dar a caixinha para o balconista, ele ficou encantado:
- O que é isso, minha senhora? Não precisa! Eu estou aqui para servi-la!

Logo que ela saiu, ele continuou:
- Que mulher maravilhosa, nunca vi uma pessoa tão gentil assim!

No dia seguinte, logo que ela chegou, ele se desmanchou todo:
- Pois não, madame! O que a senhora deseja?

Quando ela lhe deu a caixinha, desdobrou-se de novo em agradecimentos.

Isto continuou assim todos os dias. Um mês depois, acostumado com a caixinha, já a estava tratando como tratava todos os demais fregueses e, no final, já estendia a mão para pegar a caixinha e sequer agradecia.

Um dia ela foi à padaria com o dinheiro contado, mas tinha subido o preço do leite. Não sobrou dinheiro para a caixinha. Ela imediatamente se desculpou com ele e prometeu que, no dia seguinte, daria uma caixinha melhor.
Tão logo ela virou as costas, ele esbravejou:
- Quem essa mulher pensa que eu sou? Um escravo dela?

É preciso mais do que recompensas para que um bom serviço seja prestado.
Se não houver amor ao que se faz, respeito aos clientes e gratidão pelo reconhecimento do trabalho, corremos o risco de agir como meros executores de atividades que não se importam com os resultados produzidos nem com os usuários dos serviços.

Que o nosso comportamento não seja igual ao do balconista da padaria!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Que diferença faz uma estação


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão, e o quarto e mais jovem, no Outono. Quando todos eles partiram, e retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...
O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas.
Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza de seu Verão, a expectativa do Outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.
Persevere através dos caminhos difíceis e melhores tempos certamente virão de uma hora para a outra!!!
Não se esqueça:
Ciência é o conhecimento organizado;
Sabedoria é conhecimento aplicado a uma vida organizada...