Deus, Nesta manhã de quarta eu quero te entregar minha vida e todos os meus projetos, toma-os em Tuas mãos e faça cumprir todos os teus propósitos. Que não seja o meu querer, mas o Seu. Que não seja a minha palavra, mas a Sua.
quarta-feira, 20 de setembro de 2023
ACEITAR AS MARÉS
“Fui me confessar ao mar e ele me disse: é preciso aceitar suas marés.” (@soleil.tarot). Água, chuva e vento acabam sendo, atualmente, assuntos corriqueiros e repletos de opiniões. A previsão do tempo tornou-se parte essencial no cotidiano de todos. Estamos atentos, pensamos logo na prevenção e nos solidarizamos com os desafortunados. Já estamos batendo no peito e reconhecendo que derrubamos muitas árvores, poluímos os rios e continuamos não descartando corretamente os materiais. Não penso que está tudo perdido, mas reconheço que estamos sendo visitado por várias consequências. Tomar consciência é ser capaz de construir saídas e de confirmar procedimentos adequados. Não poucas vezes me encontro pensativo e divagando sobre o universo criado. O pôr do sol é uma moldura que destaca o infinito. Além da admiração e da contemplação, não sei o que expressar, enquanto insisto em olhar à beleza do colorido do sol se despedindo do horizonte. Não é de hoje que as orquídeas instigam a minha paixão e alegram meus dias. Gosto demais de caminhar entre os canteiros da horta conventual e assistir o crescimento das hortaliças. O cantar do galo prende minha atenção e me faz voltar no tempo e recordar tantas coisas que fazem parte de uma história muito simples, mas repleta de significado. A natureza ensina muito, quando aceitamos a posição de humildes aprendizes. A beleza do mar é inquestionável, mesmo para quem não possui a destreza de um nadador. As ondas levam e devolvem, praticamente ensinando que algumas coisas precisam ir mesmo. As marés mudam a orla da praia com frequência. Não é diferente em nossa vida pessoal: as diferentes marés nos desafiam a permanecermos firmes, apesar de tudo. Nem todos aceitam as suas marés. O segredo é manter-se de pé, apesar da força das decepções e das amarguras. Aceitar as marés baixas não é cruzar os braços e deixar acontecer. Sempre há uma saída e, ao menos, uma certeza: vai passar e a calmaria vai retornar.
segunda-feira, 18 de setembro de 2023
EXCELENTE REFLEXÃO!
Um empresário disse ao seu empregado:
sexta-feira, 15 de setembro de 2023
PARA REFLETIR
Dia destes, retornava do trabalho, cansada e com pressa de chegar em casa para tomar um banho morno, fazer uma refeição leve, dar uma descansadinha e depois encarar algumas tarefas domésticas triviais, daquelas que todos nós temos que realizar ao chegar no lar.
Para meu dissabor, quando já estava há alguns quarteirões de casa, peguei um engarrafamento fenomenal e fiquei presa no trânsito. Obviamente que minha contrariedade me fazia recriminações: se eu não tivesse me atrasado não teria pego este trânsito caótico, ou então, se tivesse andado mais depressa, ou coisas do gênero.
O frio era intenso, e a chuva que já caia forte, desabou torrencialmente. O trânsito estava paralisado e ninguém sabia ao certo quais as razões daquela situação. E, logo ali, um pouco mais adiante, encontrava-se tudo o que eu queria alcançar naquele momento: Minha casa, que na circustância, representava o melhor lugar do mundo para mim….e estava, tão perto e tão longe, ao mesmo tempo.
E o que se faz numa hora dessas? Sozinha dentro de um veículo, só resta aguardar que as coisas tomem um rumo, e o pior, este rumo, independe de providências suas. Você é um elemento que faz parte do contexto e por menos que voce goste, não tem alterantiva: precisa esperar.
Por mais que se olhe as coisas pelo lado positivo, num momento assim, bate uma insatisfação, um desânimo e você pensa, com uma obsessão enorme, naquela sopa quentinha, naquele chá fumegante e no seu aconchegante pijama de malha e tudo isso passa a ter um valor inestimável. Quando você, finalmente conseguir sair dali e chegar em casa, com certeza tudo isso vai estar lá..
Pela minha cabeça passaram mil coisas e eu fui ficando cada vez mais impaciente e já estava muito irritada, quando olhei, casualmente, para o lado e vi um ônibus lotado de gente. Passageiros em pé, espremidos, uns contra os outros, suportavam os longos momentos incômodos, com os braços erguidos para se manterem apoiados. Vislumbrei a fisionomia do motorista, que assim como os passageiros, exibia um semblante de exaustão e resignação.

Sai do meu mundo, do meu carro, do meu “pseudo-incômodo” e diante da situação daquelas pessoas fiquei comovida e sensibilizada. Se para mim estava sendo desagradável, o que não estariam sentindo aquelas pessoas, que assim como eu, haviam trabalhado, estudado ou se ocupado com seus afazeres durante o dia e que se encontravam, naquele instante, exaustas e sem o mínimo conforto, mas que se viam, assim como eu, sem outra saída, a não ser a longa e monótona espera.
Quantas preocupações não possuíam: quando o trânsito iria se restabelecer, se o filho tinha saído da escola e voltado para casa, que haviam se atrasado para preparar o jantar, e tantas outras coisas.
Neste momento, senti desconforto por estar irritada e tive uma imediata empatia pelos viajantes vizinhos e por todos os que se encontravam em idêntica situação.Fiz uma rápida reflexão e conclui que precisava aceitar com mais paciência os imprevistos com que a vida me surpreendia e manifestar gratidão, pois estava usufruindo de um conforto que tornava meus momentos ruins, mais fáceis de aguentar.
Passados alguns minutos, o trânsito voltou à normalidade e todos se foram, cada um, protagonizar sua própria história e construir seu destino.
Amanhã, sempre será um novo dia, com novas experiência, novas lições e novos desafios para o crescimento. O importante é que temos infinitas oportunidades de aprendizado, basta desviar um pouco o olhar de nós e contemplar o cenário ao lado. Sempre vamos encontrar pessoas que estão em situação pior que a nossa e por isso, a nossa reclamação não faz o menor sentido. O melhor seria pensar o que poderíamos fazer para ajudar o próximo.
quarta-feira, 13 de setembro de 2023
Tenha uma semana abençoada, cheia de...
Tenha uma semana abençoada, cheia de alegria!
Realize todos os seus afazeres com bom humor.
Tenha um bom relacionamento com todos, mostre interesse e força de vontade.
Busque fazer melhor no que na semana passada.
Veja as necessidades dos outros e tente ajudá-los.
Não guarde mágoas.
Não tente ser melhor do que ninguém.
Não dê atenção aos problemas que aparecerem para desanimá-lo.
Faça as coisas de uma maneira nova.
Ouse! Seja espontâneo!
Que sua semana seja cheia de bons resultados,
E que te faça sentir bem e satisfeito com suas próprias atitudes
Tenha uma boa semana!
Corremos de um lado para o outro...
Corremos de um lado para o outro esperando
descobrir a chave da felicidade. Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva
num passe de mágica. Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos
fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros voltam para casa para
serem felizes. Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem
felizes. Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham
além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda. Anos desperdiçados. Nunca a lua está ao alcance da mão,
nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto. Nunca estamos
satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver! A partir do momento em que decidimos ser
felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a
felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela
carreira, naquela pessoa. E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar
em outra parte. Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria,
estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir. Consiste em satisfazer-nos com o
que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo em
que nenhuma fortuna satisfaria um inconformado. As necessidades de cada um de
nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a
esperar e um Deus pra acreditar, seremos felizes.
Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.
Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas
gotas acabam caindo sobre você mesmo.
Na incerteza do amanhã, aproveite o hoje para ser feliz.
A tigela de madeira
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa. O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho.
- "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a
boca aberta e comida pelo chão."Então, eles decidiram colocar uma pequena
mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da
família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara
um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira. Quando
a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em
seus olhos.
Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando
ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade
assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o
filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou
delicadamente à criança: "O que você está fazendo?" O menino
respondeu docemente:
- "Ah, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu
crescer." O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse
falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.
Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da
família. Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as
refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se
importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa
sujava. De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão
ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor. Aprendi que
se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um
dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que
se embaraçaram.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você
sentirá falta deles quando partirem. Aprendi que "saber ganhar" a
vida não é a mesma coisa que "saber viver". Aprendi que a vida às
vezes nos dá uma segunda chance. Aprendi que viver não é só receber, é também
dar. Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se
focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no
trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo. Aprendi que
sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros. Aprendi
que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque
humano – segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha
amigável nas costas. Aprendi que ainda tenho muito que aprender... E por tudo
isso acho que você deveria repassar essa mensagem para os seus amigos. Às vezes
eles precisam de algo para iluminar seu dia. As pessoas se esquecerão do que
você disse... Esquecerão o que você fez... Mas nunca esquecerão como você as
tratou.