terça-feira, 6 de maio de 2025

Sorria, você está vivendo!

  Sorria, você está vivendo! Aproveite cada instante, cada desafio, cada oportunidade. A vida é uma jornada, e cada dia é um presente.

Cada novo dia é uma oportunidade para começar de novo, para aprender com os erros, para amar e ser amado. Se for preciso, comece mais uma vez até que suas expectativas sejam alcançadas.

Viva intensamente o dia de hoje sem se preocupar com o que pode dar certo, pois tudo tem um momento certo para acontecer e se ainda não aconteceu como você planejou, tenha paciência e continue lutando, pois na hora certa, tudo acontecerá.

Acredite em si mesmo e você será imparável. Tenha fé em Deus, trabalhe muito e nunca desista dos seu sonhos. 

O inimigo tenta laços e embaraços

Pra me envergonhar, mas não vai

Porque eu não estou sozinho nessa guerra

Está comigo o braço forte do Senhor


Aquele que acalma o vento

Aquele que aquieta o mar

Que tira a força do fogo

E faz o leão jejuar

O Deus que derruba as muralhas

Da estéril faz mãe de filhos

É o mesmo que brada do alto

Não temas, sou contigo



sábado, 3 de maio de 2025

Bom dia!!!

 Estamos sempre a tempo de recomeçar uma nova história. Não importa o nosso passado nem os motivos que nos levam a querer iniciar um novo caminho. O importante é a determinação de querer deixar para trás o que deixou de ser bom para nós. Agarre as oportunidades que farão de você alguém mais feliz, e não desista daquilo que realmente quer ser. Ótimo final de semana!

A Vida me Tratou mal

 (Frei Aldo Colombo)

 

Órfão aos sete anos, viu sua herança ser roubada pelos parentes. Aos  27 anos assistiu a um julgamento no qual um certo Calístrato teve um desempenho brilhante. Neste dia, decidiu ser orador, projeto arriscado uma vez que sofria de gagueira. Para superar seu defeito natural, corria na beira do mar,  contra o vento, com pequenas pedras redondas na boca. Esta a história de  Demóstenes, o maior orador da antiguidade.


Sua pátria, Atenas , atravessava momentos difíceis e foi derrotada em Queronéia por Felipe da Macedônia, quando  perdeu a própria liberdade. Diante da derrota e do desânimo, Demóstenes tratava de levantar a moral do seu povo.


Ele provocava: atenienses, ainda não empregamos toda a nossa força, toda nossa inteligência, ainda não empregamos todo o nosso esforça e coragem. Ainda não perdemos a capacidade de lutar, a última palavra ainda não foi dita. Passaram-se anos, Demóstenes não assistiu o triunfo, mas suas palavras haviam incendiado os atenienses.


A vida me tratou muito mal, justificam-se muitos diante do fracasso. E com isso dispensam-se de lutar. A vida tratou muito mal a Demóstenes, órfão, pobre e gago. Mas ele não admitiu isso e partiu para a luta, colocando seu talento a serviço da comunidade.


Vencedores   são aqueles que apostam num ideal exigente e dispõem-se a pagar o preço, por mais elevado  que pareça. E a História está pontilhada de pessoas assim. Giuseppe Verdi foi reprovado no primeiro exame de música, Winston Churchill foi declarado incapaz para o serviço militar. Abraham Lincoln enfrentou a depressão, a falência, sucessivas derrotas eleitorais. Verdi está entre os maiores gênios musicais, Churchill, praticamente sozinho,  salvou a Inglaterra na Segunda Guerra Mundial  e Lincoln tornou-se Presidente dos Estados Unidos. Eles não desistiram.


Henri Ford, o pioneiro do automóvel   em  série, afirmava: se você acha que pode, ou se você acha que não pode, sempre terá razão.


A vitória não está sempre ao nosso alcance. Nem memo o temos obrigação de vencer. Depende  de nós é a obstinação pela luta. É a teimosia pela luta que dá dignidade à pessoa, Um dia Deus não nos perguntará se vencemos, mas se lutamos. E Paulo apóstolo, no fim da vida avaliava: Combati o bom combate, guardei a Fé, resta-me agora  a  merecida recompensa ( 2 Tm 4,7)

sexta-feira, 2 de maio de 2025

Palestrante Famoso


 

Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de cem reais.

Numa sala com duzentas pessoas, ele perguntou: “Quem quer esta nota de cem reais?” Mãos começaram a se erguer. Ele disse: “Eu darei esta nota de cem reais a um de vocês, mas primeiro me deixem fazer isto.”


Então ele amassou a nota de cem reais e perguntou outra vez: “Quem ainda quer essa nota?” As mãos se ergueram novamente.


“E se eu fizer isto?” Ele deixou a nota cair no chão, começou a pisar nela, esfregá-la no chão. Depois pegou a nota imunda e amassada e perguntou: “E agora? Quem ainda quer essa nota?” Todas as mãos continuaram erguidas.


“Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição de ser. Não importa o que eu faça com esse dinheiro, vocês ainda vão querer essa nota porque ela não perde o seu valor; ela ainda valerá cem reais.


Essa situação também se dá com a gente. Muitas vezes, em nossa vida, somos amassados, pisoteados, ficamos sujos por decisões que tomamos ou pelas circunstâncias que vêm em nosso caminho, e assim ficamos nos sentindo desvalorizados e sem importância. Porém, creiam: não importa o que aconteceu ou o que vai acontecer, jamais perderemos nosso valor perante o universo. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância de cada um de nós. A nossa valia, o preço de nossas vidas, não é pelo que fazemos ou pelo que sabemos, mas sim por aquilo que somos.

Palestrante Famoso


 

Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de cem reais.

Numa sala com duzentas pessoas, ele perguntou: “Quem quer esta nota de cem reais?” Mãos começaram a se erguer. Ele disse: “Eu darei esta nota de cem reais a um de vocês, mas primeiro me deixem fazer isto.”


Então ele amassou a nota de cem reais e perguntou outra vez: “Quem ainda quer essa nota?” As mãos se ergueram novamente.


“E se eu fizer isto?” Ele deixou a nota cair no chão, começou a pisar nela, esfregá-la no chão. Depois pegou a nota imunda e amassada e perguntou: “E agora? Quem ainda quer essa nota?” Todas as mãos continuaram erguidas.


“Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição de ser. Não importa o que eu faça com esse dinheiro, vocês ainda vão…

  Comece o dia com gratidão pelos pequenos milagres que a vida te presenteia. Que a sua jornada seja leve, a sua mente tranquila e o seu coração cheio de paz.


Algumas Reflexões para hoje:


A gratidão transforma: Começar o dia com gratidão ajuda a mudar a perspectiva e a enxergar o lado positivo nas coisas.


A sua jornada pode ser leve: A vida não precisa ser um fardo. É possível encontrar momentos de leveza e alegria mesmo em meio às dificuldades.


A mente tranquila é essencial para tudo: Uma mente calma e focada permite que a pessoa tenha uma maior capacidade de lidar com os desafios.


O coração cheio de paz: A paz interior é um estado de bem-estar que se reflete em todas as áreas da vida

quinta-feira, 1 de maio de 2025

Bom dia!!!

A vida ao nosso redor é o reflexo do que somos por dentro. Aquilo de bom que habitar o seu coração e levar até sua mente será sempre o que você pode melhor compartilhar. Um ótimo dia abençoado por Deus e que Ele nos dê força e sabedoria para alcançarmos o que planejamos! Ótimo primeiro de maio!

Era um mendigo.

 Um homem estava sentado na calçada, curvado, com as mãos escondendo o rosto e os ombros cobertos por um cobertor encardido.  

Era um mendigo.  

Ninguém sabia seu nome — só o chamavam de “velho Silas”.  

A maioria passava por ele como se fosse parte da paisagem.  


Mas naquela manhã fria, uma linda mulher parou na frente dele.  

Vestia um vestido justo, que abraçava sua silhueta com elegância. Os saltos altos da mesma cor ecoavam firmeza a cada passo. Os cabelos longos dançavam com o vento da cidade, e um perfume discreto que parecia pertencer a outro mundo.  


Silas levantou os olhos, desconfiado.  

— Não tenho trocado — murmurou, tentando afastá-la com o olhar.  


Ela sorriu. Um sorriso que não julgava.  

— Eu não vim te dar trocado. Vim te oferecer um almoço.


Ele riu, sem humor:  

— Ótimo. Depois do banquete que tive com o presidente, vou querer sobremesa também. Agora me deixa em paz.


Ela não se moveu.  

Apenas estendeu a mão.  

— Por favor. Só me acompanha.  


Um guarda municipal que observava de longe se aproximou.  

— Tudo certo aqui, senhora?  


— Sim — respondeu ela, com firmeza doce. — Quero apenas levar este senhor para comer comigo.  


O guarda a reconheceu.  

— Tem certeza? Esse é o Silas. Vive por aqui há anos. Não é má pessoa, mas... é complicado.  


Ela assentiu.  

— Justamente por isso.  


Contra sua própria vontade, Silas foi convencido.  

Os três entraram juntos em um restaurante elegante, com janelas amplas e garçons alinhados.  


O gerente veio imediatamente.  

— Senhora, com todo respeito... esse homem... ele não pode... isso prejudica o ambiente.  


Ela encarou o gerente com gentileza firme.  

— Você conhece a empresa Allure & Co.?  


Ele hesitou.  

— Claro... é uma das nossas maiores clientes em eventos fechados.  


— Pois bem. Eu sou Helena Diniz. Diretora executiva.  


O rosto do gerente empalideceu.  

— Me perdoe, eu não sabia...


Ela interrompeu com um leve aceno.  

— Agora sabe. E espero que saiba mais uma coisa: humanidade não se mede pela aparência de quem entra, mas pela forma como somos tratados ao sair.  


Sentaram-se à mesa.  

O velho Silas continuava em silêncio, sem saber onde colocar as mãos.  


Helena o olhou nos olhos.  

— Você se lembra de mim?  


Ele estreitou os olhos.  

— Não… sua voz me soa familiar, mas…  


Ela sorriu de novo.  

— Vinte anos atrás, uma garota faminta entrou neste mesmo restaurante.  

Estava encolhida num canto, tremendo de frio, e sem coragem de pedir nada.  

Você era garçom aqui.  

E foi o único que me viu.  


Ele ficou imóvel.  


— Você trouxe um prato escondido da cozinha.  

Pagou com o que tinha de gorjeta.  

E disse: "Hoje é por minha conta. Mas não se esqueça: só siga em frente."  


Silas baixou os olhos.  

Lentamente, lágrimas se formaram.  

— Era você?  


— Sim.  

E agora sou eu quem está aqui… para lembrar que o bem que a gente faz, mesmo esquecido por nós, é lembrado por Deus.  


Ela puxou um envelope da bolsa.  

— Aqui tem um cartão. Vá até esse endereço.  

Fale com o Sr. Murilo. Ele já está te esperando.  

Tem um quarto arrumado, um banho quente e uma chance.  


Silas chorava em silêncio.  

— Por quê...? Por que você faria isso por mim?


Helena apertou sua mão com delicadeza.  

— Porque você já fez por mim. E porque... eu não esqueci o gosto daquele prato nem a dignidade com que fui tratada.  


Antes de sair, ela olhou para o guarda e disse:  

— Obrigada por permitir que isso acontecesse.  


Ele sorriu, emocionado:  

— Senhora… quem agradece sou eu. Acabei de ver um milagre.