quarta-feira, 7 de junho de 2017

pRESERVAÇÃO AMBIENTAL

http://www.atitudessustentaveis.com.br/artigos/algumas-maneiras-eficientes-preservar-meio-ambiente/


http://sustentabilidade.esobre.com/preservacao-ambiental
Semeando

Dona Angélica era professora. Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima. Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu comportamento, que parecia um tanto esquisito. Os alunos da escola de primeiro grau tinham-na como uma pessoa muito estranha.

Eles observavam que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era meio fora do juízo.

Pela janela do trem, dona Angélica fazia acenos como se estivesse dizendo adeus a alguém invisível aos olhos de todos.

As crianças faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas.

Todos, inclusive os pais e demais professores, achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.

Os anos se passavam e a situação continuava a mesma.

Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.

Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.

Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.

Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.

Os alunos sentados na parte de traz sorriam maliciosamente quando Alberto, seu aluno de dez anos, sentou-se ao seu lado e, com ternura lhe perguntou:

- Professora, porque a senhora insiste em continuar com essas atitudes loucas?

- Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.

- Ora, professora - continuou ele, a senhora fica abanando as mãos para os animais ou isso não é loucura?

A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada, chamou a atenção do aluno, dizendo:

- Veja minha bolsa, e apontou para a intimidade do objeto de couro forrado.

- Nota o que há aí dentro?

- Sim, respondeu Alberto.

- Eu vejo que há algo aí, mas o que é isso?

A professora respondeu calmamente:

- É pólen de flores. São pequenas sementes. Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola. A estrada de ferro, antes, era feia, árida, desagradável. Eu tive a idéia de a embelezar, semeando flores. Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela.

- Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem.

- Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida. Há flores de diversos tipos e suave perfume que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.

Na vida, todos somos semeadores. Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos. Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas. Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal. Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade e de afeto.



“A semente que hoje planto pode nascer como pode morrer, mas o que não planto nunca vai nascer”

terça-feira, 6 de junho de 2017


Deus de milagres......


Havia em uma cidade, um homem muito ruim e incrédulo, ninguém na cidade se quer sabia o nome dele, apenas sabiam que ele tinha uma linda filha, que nunca podia sair de casa..

Nesta cidade também tinha um pregador da palavra de cristo que dia após dia andava pela cidade pregando a palavra do senhor.. Sempre em suas caminhadas matinais o pregador passava em frente à casa do tal homem incrédulo e nunca parava, uma forte angustia tomava conta de seu coração até que um dia ele o poder de Deus foi tanto que ele não resistiu, colocou a bíblia de baixo do braço, tremendo de medo e com um largo sorriso pra tentar disfarçar o nervosismo se dirigiu até a sombrinha casa, quando bateu palmas se deparou com o senhor, com cara fechada, um visível ar de arrogância que em alto tom disse:

- O que quer?

O pregador meio assusto disse:

- vim aqui para trazer uma palavra de conforto ao seu coração.. Deus pediu pra que eu viesse falar com você..

O incrédulo, sorriu e disse não preciso de você nem de Seu Deus.. vá embora..

Neste momento o pregador foi virando as costas para sair correndo dali.. quando ouviu..

- espere, já que seu Deus mandou vc vir falar comigo.. eu estou disposto a ouvir.. Mas antes..

quero que me deixe dar um tapa em uma de suas faces..

Imediatamente o pregador, agarrou a bíblia, voltou-se para o homem.. e lhe deu a FACE, queee tapa.. quanta força tinha aquele homem..

Quando o pregador foi abrir a bíblia, mais uma vez o incrédulo disse, agora me de sua outra face.. Viresse..

 com lagrimas nos olhos, o pregador foi virando o rosto .. quando de repente saiii uma Linda menina de trás da porta, que escondida via toda a cena e grita...

- pare papaii.. pra que bater no pobre homem...

Neste momento o homem incrédulo, cheio de ódio, com o coração duro se derramou em lagrimas.. Ajoelhou-se aos pés do pregador e disse obrigado, aos prantos com a voz tremula...

O pregador sem entender o que estava acontecendo começou a orar pela vida daquela pequena familia..

Após terminar a oração.. o homem se levantou.. Enxugou as lagrimas.. abraçou a filha pegando-a no colo e disse.. o seu Deus curou minha filha..

Ela era muda, e até hoje nunca tinha dito uma única palavra..

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Amados amigos.. não sabemos qual é o propósito de Deus nas nossas vidas, mas tenha certeza que ela sabe o que é melhor pra nós.. tenha fé, e espere nele..




Abençoada manha!

segunda-feira, 5 de junho de 2017



Oportuna Lição

O Dr. Albertino Silvério era conhecido advogado. Homem de invejável cultura. Conhecimento profundo e variado.
Em particular, achava-se autoridade em assuntos sócio-econômicos

Era contudo, refratário a qualquer tipo de assistência social. Não aceitava. Achava inútil.
- Não acredito em beneficência diminuta. Caridade gota a gota não resolve. Prefiro soluções radicais.
- Não é o que penso, Silvério. A caridade, mesmo pequenina, é sempre  ajuda a alguém.

Quem respondia era o Doutor Fontes, abnegado amigo dos sofredores.

Silvério, no entanto, continuava:
- Um copo de leite, por acaso, banirá do mundo a fome? Um cobertor ou uma veste resolverá, por ventura, a angústia da nudez? Isso é assunto de governos e não serão alguns poucos bem intencionados  que irão solucioná-lo.

A conversa prosseguia, quando passa um jovem anunciando o jornal da tarde. Silvério chama-o. Deseja o jornal.
Rebusca o bolso  e só encontra dinheiro alto. Não há troco.

Nesse instante, porém, o doutor Fontes, tomando a quantia
 necessária e pagando o jornal, aproveitou a lição:
- Veja, Silvério, o que a própria vida nos mostra. Ninguém nega o bem inestimável, que os grandes recursos, governamentais ou não, carreiam.  Obras imensas. Doações fartas. Entretanto, é preciso convir que  há passagens estreitas, que apenas a ajuda humilde e pequena transpõe.

- Para a compra do jornal agora o dinheiro de alto valor de que você dispõe só seria útil, se fracionado em valores menores e múltiplos. Assim ocorre também na assistência social. O muito realiza muito de uma só vez, mas o pouco feito com persistência e amor pode ser, em ocasiões, a única solução disponível para grandes problemas.

Silvério compreendeu o ensinamento e mudo de espanto frente à lógica do amigo, iniciou, silenciosamente, a leitura das notícias.


Bom dia!!

domingo, 4 de junho de 2017

Parábolas
Preenchendo o dia



Um rico empresário na Índia estava prestes a se aposentar. Ele chamou seus dois filhos para falar sobre seus planos.

"Vocês são bons filhos e homens capazes", disse. "Eu não sei qual de vocês eu vou deixar responsável por toda a minha propriedade. Por isso, vou testá-los". Então, ele deu uma moeda para cada um dos filhos, dizendo: "Peguem esta moeda e comprem algo que possa encher esta casa".

A moeda que o homem deu para os filhos era de pouco valor e sua casa era grande e cheia de aposentos. Ambos sabiam que seria uma tarefa  difícil.

O filho mais velho não perdeu tempo. Correu para o mercado e começou a pesquisar o preço de vários objetos. Ele decidiu que a maior quantidade de material que poderia comprar era palha. Assim, adquiriu o máximo de palha possível com a moeda e carregou um grande fardo para casa. Contudo, a palha cobriu apenas o chão da casa.

Já o filho mais novo parou para pensar no teste do pai. Ele sabia que apenas uma compra muito diferente passaria por sua prova. Quando voltou, ele carregava apenas um pequeno pacote. Seu irmão riu:

"Você espera encher a casa com isto?", comentou, apontando para o pacote. O filho mais novo não disse nada. Abriu o pacote e tirou algumas velas. Colocou uma vela em cada quarto. Quando ele as acendeu, a casa inteira estava cheia... de luz!


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Todos os dias encaramos a mesma escolha desses dois irmãos. A cada manhã um novo dia está diante de você. Você pode preenchê-lo com escolhas erradas, egoístas, que trazem apenas escuridão e desapontamento. Ou pode preencher seu dia com escolhas certas, boas ações que brilharão para todos que o cercam.

Faça deste o seu objetivo diário: preencher o seu dia com escolhas certas, deixando sua vida brilhar como uma luz neste mundo escuro.

sexta-feira, 2 de junho de 2017


Aprendendo a escrever!

 Quando Joey tinha somente cinco anos, a  professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho  de alguma coisa que eles amavam.

 Joey desenhou sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. E desejando escrever uma palavra acima do círculo, saiu de sua mesinha e foi até a professora, perguntando-lhe:

– Professora, como a gente escreve...?

Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula.

 Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. Quando retornou para casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.

 Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia e para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse:

– Mamãe, como a gente escreve...?

 Sua mãe imediatamente o interrompeu dizendo:

– Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta!

Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso.

 Naquela noite, ele tirou novamente o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo ao seu  pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai e disse:

– Papai, como a gente escreve...?

 – Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora.

O garoto dobrou  o desenho e o guardou mais uma vez no bolso.

 No dia seguinte, quando sua mãe separava a  roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos  os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o  papel. Atirou tudo no lixo.

 Os anos passaram...

 Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie, fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:

– Este aqui é você, papai!

A garota  também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.

Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: “Volto logo!”. E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou-lhe:

– Papai, como a gente escreve amor?

Ele  abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:

– Amor, querida, amor se escreve com as letras T...E...M...P...O.

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Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o  seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que  para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.

 Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.



 Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de  criatividade e o tempo. E o tempo é uma questão de escolha.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

História de amor

Meu cunhado abriu a última gaveta da cômoda e retirou um pacote embrulhado com papel de seda.

– “Isto”, ele disse, “não é combinação. Isto é uma lingerie”.
 Ele desembrulhou e entregou-me a peça. Era linda, de seda, feita à mão e bordada com rendas. A etiqueta de preço com um desenho enorme ainda estava afixada na peça.
Disse ainda:
– “Jan comprou-a na primeira vez que estivemos em New York, há uns 8 ou 9 anos atrás. Ela nunca usou. Ela estava guardando-a para uma ocasião especial. Bem, acho que agora é a ocasião”.
Ele pegou a peça das minhas mãos e colocou-a na cama junto com as outras roupas que separamos para levar à funerária. Ele acariciou a peça por um momento, bateu a gaveta, virou-se para mim e disse:
 – Nunca guarde nada para uma ocasião especial. Todo dia é uma ocasião especial.
 Fiquei relembrando aquelas palavras durante o funeral e os dias que se seguiram, quando os ajudei, ele e a minha sobrinha, a superar a tristeza que segue uma morte inesperada. Fiquei pensando neles durante o vôo de volta para a Califórnia. Pensei em todas as coisas que a minha irmã não pode ver, ouvir ou fazer. Pensei nas coisas que ela fez sem perceber como elas foram especiais. Ainda continuo pensando nas palavras dele, elas mudaram a minha vida.
 Estou lendo mais e espanando menos. Fico sentada na cadeira admirando a vista do jardim sem a neura de ficar arrancando as ervas daninhas. Estou gastando mais tempo com a minha família e amigos e menos tempo em reuniões de comitês. Sempre que possível, a vida deveria ser uma experiência a ser saboreada, e não uma prova.
 Estou tentando reconhecer esses momentos e usufruí-los. Não estou “guardando” nada. usamos todas as nossas porcelanas chinesas e os cristais para todos os eventos especiais como perder alguns quilos, consertar um vazamento da pia, para a primeira florada das camélias. Visto o meu “blazer” preferido para ir ao mercado quando sinto vontade.
Minha teoria é: se sinto que está sobrando dinheiro, gasto
$ 28,49 em um pequeno pacote de guloseimas sem pestanejar. Não estou guardando o meu melhor perfume para festas especiais. os caixas em lojas e atendentes em bancos tem narizes que funcionam tão bem quanto os dos meus amigos de festas.
 “Algum dia” e “um dia desses” estão perdendo a importância no meu vocabulário. Se for útil ver, ouvir e fazer, quero ver, ouvir e fazer agora. Não sei o que a minha irmã teria feito se soubesse que estaria aqui para o amanhã a que a todos nós foi permitido. Acho que ela teria ligado para todos da família e alguns amigos íntimos.

 Poderia ter ligado para antigos amigos para se desculpar e reparar brigas do passado sem importância. Penso que ela teria ido jantar em um restaurante chinês, sua comida preferida. Estou supondo…nunca saberei…
 São essas pequenas coisas deixadas sem fazer que me deixariam brava se soubesse que meu tempo seria limitado. Brava por ter, algum dia, cancelado encontros com bons amigos. Brava por não ter escrito cartas que pretendia ter escrito. Brava e arrependida por não ter dito mais freqüentemente ao meu marido e à minha filha o quanto eu realmente os amo.

  Estou tentando muito não adiar, impedir ou guardar alguma coisa que proporcione alegria e brilho às nossas vidas. E toda manhã, quando abro os olhos, digo a mim mesma que isso é especial. Todo dia, todo minuto, tudo suspiro é realmente… um presente dos céus