O Início:
Comece contando que, em 1940, nasceu uma menina prematura em uma família muito pobre. Aos 4 anos, ela contraiu poliomielite. O diagnóstico dos médicos foi cruel: "Ela nunca mais voltará a andar".
O Conflito:
Wilma passou a infância usando aparelhos de ferro nas pernas. Mas sua mãe, com uma fé inabalável, dizia todos os dias: "Wilma, você pode ser o que quiser neste mundo". E Wilma respondia: "Eu quero ser a mulher mais rápida da Terra".
Aos 9 anos, contra todas as expectativas, ela tirou os aparelhos de ferro e deu seus primeiros passos sozinha. Aos 13, ela começou a correr. Nas primeiras competições, ela chegava em último lugar, mas nunca desistia.
O Ápice:
O esforço valeu a pena. Essa mesma menina, que "nunca andaria", chegou às Olimpíadas de Roma em 1960. Naquele ano, Wilma Rudolph não apenas correu; ela voou. Ela se tornou a primeira mulher americana a ganhar três medalhas de ouro em uma única edição dos Jogos Olímpicos.
A Lição para quem está me ouvindo agora:
Talvez hoje você esteja ouvindo que 'não dá', que 'é impossível' ou que 'suas limitações são maiores que seus sonhos'. Lembre-se da Wilma. A maior barreira não estava nas pernas dela, mas na opinião dos outros.
Se os médicos estivessem certos, ela nem andaria. Como ela acreditou em si mesma, ela correu mais rápido que todo mundo. O que trava os seus passos hoje? Deixe o 'impossível' para quem não tem a sua coragem. Uma ótima e vitoriosa jornada para você!"
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