terça-feira, 21 de março de 2017


 Árvore Torta


Porque temos essa mania querer “consertar” o que achamos errado?
Reflitam....
Um dia, diante da velha árvore torta, um pinheiro todo vergado pelo tempo, o sábio da aldeia ofereceu a sua própria casa para aquele discípulo que “conseguisse ver o pinheiro na posição correta”
Todos se aproximaram e ficaram pensando na possibilidade de ganhar a casa e o prestígio, mas como seria “enxergar o pinheiro na posição correta”? O mesmo era tão torto que a pessoa candidata ao prêmio teria que ser no mínimo contorcionista. Ninguém ganhou o prêmio e o velho sábio explicou ao povo ansioso, que ver aquela árvore em sua posição correta era “vê-la como uma árvore torta”. Só isso
Nós temos em nós, esse jeito, essa mania de querer “consertar as coisas, as pessoas, e tudo mais” de acordo com a nossa visão pessoal. Quando olhamos para uma árvore torta é extremamente importante enxergá-la como árvore torta, sem querer endireitá-la, pois é assim que ela é. Se você tentar “endireitar” a velha árvore torta, ela vai rachar e morrer, por isso é fundamental aceitá-la como ela é.
Nos relacionamentos é comum um criar no outro expectativas próprias, esperar que o outro faça aquilo que ele “sonha” e não o que o outro pode oferecer. Sofremos antecipadamente por criarmos expectativas que não estão alcance dos outros. Porque temos essa visão de “consertar” o que achamos errado. Se tentássemos enxergar as coisas como elas realmente são, muito sofrimento seria poupado.
Os pais sofreriam menos com os seus filhos, pois conhecendo-os, não colocariam expectativas que são suas, na vida dos mesmos, gerando crianças doentes, frustradas, rebeldes e até vazias.
Tente, pelo menos tente, ver as pessoas como elas realmente são, pare de imaginar como elas deveriam ser, ou tentar consertá-las da maneira que você acha melhor. O torto pode ser a melhor forma de uma árvore crescer.
Não criei mais dificuldades no seu relacionamento, se vemos as coisas como elas são, muitos dos nossos problemas deixam de existir, sem mágoas, sem brigas, sem ressentimentos. E para terminar, olhe para você mesmo com os “olhos de ver” e enxergue as possibilidades, as coisas que você ainda pode fazer e não fez. Pode ser que a sua árvore seja torta aos olhos das outras pessoas, mas pode ser a mais frutífera, a mais bonita, a mais perfumada da região, e isso, não depende de mais ninguém para acontecer, depende só de você.



Pense nisso!

Haja o que houver, eu sempre estarei com você

by Nelson Sudário 20-03-2017

MENSAGEM DO DIA: Haja o que houver, eu sempre estarei com você
Um homem sempre dizia ao filho:
- Filho, nunca se esqueça: haja o que houver, eu sempre estarei com você!
Certo dia, um terremoto destruiu grande parte das construções da cidade onde aquele homem morava com sua família. Milhares de pessoas foram mortas e outras ficaram soterradas.
Justamente na hora do terremoto, aquele homem estava numa estrada. Preocupado com sua família, correu para casa. Encontrou a esposa muito nervosa, pois o filho de 12 anos ainda estava na escola. Deixou a esposa amparada pelos vizinhos e partiu para lá.
Ao chegar entrou em desespero. A escola havia sido destruída pelo terremoto e vários estudantes, inclusive seu filho, estavam entre os escombros. Aquele pai, chorando, desesperado, colocou as mãos na cabeça e começou a se lembrar da promessa que sempre fazia ao filho: “haja o que houver, eu estarei sempre com você!”
Mais lembranças passaram por sua mente, como o trajeto que os dois faziam do portão da escola até o corredor onde ficava a sala de aula do filho.
E foi assim, desesperado e se sentindo culpado, que ele decidiu fazer o mesmo trajeto. Só que agora, seria em cima dos escombros, na direção da sala onde o filho estudava. Parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a sala de aula. Havia apenas um monte de material destruído. Olhava ao redor e só via destruição. Porém, a todo instante vinha em sua mente a promessa ao filho, de estar sempre junto dele. De repente, aquele homem, no meio dos escombros, parecendo ter um acesso de fúria, começou a retirar os pedaços de paredes e pedras, na esperança de ouvir algum grito de socorro...
Nisso, outros pais foram se aproximando. Também estavam sofrendo, mas já tinham se conformado. Eles diziam para aquele pai:
- Saia daí... vá para casa...não adianta mais...ninguém sobreviveu!
Mas aquele homem não se conformava e implorava:
- Me ajudem ...por favor, me ajudem ...vamos encontrar nossos filhos! Ninguém o ouvia. Todos se afastaram. Depois, vieram os bombeiros que também tentaram tirá-lo de cima dos escombros, onde ficava a sala de aula. Ao invés de desistir, o homem continuava implorando por ajuda:
- Por favor, me ajudem. Preciso salvar meu filho! Eu prometi que nunca o abandonaria, que estaria sempre ao lado dele quando precisasse...por favor, me ajudem!
Mas os bombeiros decidiram se afastar, pois tinham muito trabalho, afinal, vários locais tinham sido destruídos.
O tempo passava, mas aquele homem continuava cavando, retirando pedras e tudo o que encontrava pela frente no meio dos escombros, enquanto gritava o nome do filho.
De repente, ao retirar uma grande pedra, ouviu algo...parecia uma voz, um grito abafado. Seu coração bateu mais forte. Ele continuou cavando mais depressa e chamando pelo filho... e então escutou:
- Pai, papai, eu estou aqui!
A alegria tomou conta daquele homem, que rapidamente retirava, mais e mais pedras. Aliviado, por saber que o filho estava vivo, ele gritou
alegre:
- Graças a Deus! Meu filho está vivo, obrigado, meu Deus!
E continuou cavando, cavando, enquanto mantinha contato com o filho ainda debaixo dos escombros:
- Filho, você está bem?
O menino, com voz bastante abafada, respondeu:
- Estou sim, papai... mas estou com sede e fome!
Mais força e pressa tinha aquele pai de cavar e ver logo seu filho a salvo. E como ouviu mais vozes perguntou:
- Tem mais alguém com você, filho?
O menino, cansado, mas aliviado, respondeu:
- Tem sim, pai. Dos 36 alunos da minha turma, 14 estão aqui comigo. Eles estavam com medo de ninguém nos achar, mas eu falei para ficarem tranqüilos, porque você, PAI, iria nos achar. Eu tinha certeza disso, e repetia o tempo todo; “haja o que houver, o meu pai vai sempre estar comigo...”
Ao terminar aquela frase, o menino já pôde ver uma luz, através de um grande buraco, e em seguida, o rosto do pai, que ansioso para abraçar o filho, disse:
- Vamos filho! Saia, saia logo daí...
Mas, para surpresa do pai, o filho disse:
- Não, pai! Primeiro os meus amigos... eu sei que ... “haja o que houver, você estará me esperando!
LIÇÃO DE VIDA:
Infelizmente nem sempre a gente pode estar o tempo todo protegendo as pessoas que amamos.
Mas existem sentimentos que são elos tão fortes, que explicam histórias como esta que acabei de narrar.
O amor é um desses sentimentos!!!

segunda-feira, 20 de março de 2017


Vontade de fazer

Eu me lembro de um fato ocorrido com nosso filho, Ian, que na época tinha cinco anos de idade. Estávamos com visitas mas já era a hora dele ir dormir. Quando olhei para o chão do quarto, percebi que teria problemas. Brinquedos espalhados por tudo que era lado.
- Ian, eu disse, você precisa guardar todos esses brinquedos antes de ir pra cama.

- Papai, ele respondeu, estou muito cansado para guardar meus brinquedos.
Minha vontade na hora era força-lo a arrumar o quarto.
Ao invés disso, eu entrei no quarto e disse:
- Ian, venha aqui. Vamos brincar de Humpty Dumpty!

Ele subiu em meus joelhos e eu disse,
- Humpty Dumpty sentado no muro. Humpty Dumpty levou um tombo. Humpty Dumpty caiu duro!

E ele, rindo, caía no chão do quarto. Rindo ainda, Ian disse:
- Vamos de novo!.
Bem, depois do terceiro tombo eu disse
- Certo, mas primeiro vá guardar seus brinquedos.

Sem pensar duas vezes, ele levantou-se e em noventa segundos terminou um trabalho que poderia ter levado meia hora. Então ele pulou em meus joelhos e repetiu:
- Papai, vamos brincar de novo!.

- Ian, eu pensei que você estava muito cansado para guardar
seus brinquedos.
No que ele respondeu:
- Eu estava, papai, mas agora eu fiquei com vontade de fazer isto!
****************
Com esta história eu aprendi que podemos terminar todo e qualquer trabalho quando nós temos o incentivo certo para criar a "vontade para fazer"!
Não perca a vontade de realizar seus afazeres com o mesmo amor de sempre...... Isso faz a diferença do seu dia e da sua história.....

Bom dia


Neil Eskelin ( autor)

domingo, 19 de março de 2017

AOS OLHOS DO PAI VC É UMA OBRA PRIMA

Conta-se que um homem acabrunhado entrou em um templo para fazer as suas orações. Em determinado momento, confidenciou a Deus:
Senhor, eu estou aqui porque em templos não há espelhos, pois nunca me senti satisfeito com minha aparência.
Então, na intimidade da consciência, ele começou a ouvir uma voz que lhe dizia, com entonação paternal:
Meu filho, nenhuma das minhas obras surgiu ou ficou sem beleza, pois, lembre-se, que tudo criei com amor.
A aparente feiura é resultado da miopia dos homens, que não sabem, por vezes, descobrir a beleza oculta.
De toda forma, lembre que não importa se o seu corpo é gordo ou magro. O que tem capital importância é que ele é o templo do Espírito imortal. Merece toda a consideração, pois, graças a ele, o Espírito atua no mundo para seu próprio crescimento.
Não importa se seus braços são longos ou curtos. O que tem valor é o desempenho do trabalho honesto que executam.
Não importa se as suas mãos são delicadas ou grosseiras. Sua função é distribuir o bem às outras criaturas. É acarinhá-las e lhes transmitir bem-estar.
Não importa a aparência dos pés. Sua função é tomar o rumo do amor e da humildade.
Não importa o tipo de cabelo, cor, comprimento e se existe ou não numa cabeça. O que importa são os pensamentos que por ela passam e que ela transmite, como criação sua, beneficiando ou destruindo seus irmãos.
Não importa a forma ou a cor dos olhos. O que importa é que eles vejam o valor da vida e, assim ilustrados, colaborem para demonstrar esse valor a outros tantos seres que não gozam da mesma facilidade.
Não importa o formato do nariz. O que importa é inspirar e expirar bom ânimo, entusiasmo, fé.
Não importa se a boca é graciosa ou sem atrativos. O que importa são as palavras que dela saem, edificando vidas ou destruindo pessoas.
* * *
Se você não está feliz com a sua aparência física, medite a respeito. Olhe-se no espelho, outra vez, e descubra o brilho dos seus olhos graças ao amor que lhe vai na alma.
Pense nisso.

sexta-feira, 17 de março de 2017



Dando o melhor!


Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordinárias sinfonias, mesmo após a total surdez, é sempre recordado.

Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco sociável. Enquanto pôde, escondeu o fato de a audição estar comprometida.

Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma prática difícil e humilhante. Era o atestado público da sua deficiência auditiva.

Certo dia, um amigo de Beethoven foi surpreendido pela morte súbita de seu filho. Assim que soube, o músico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.

Beethoven não tinha palavras de conforto para oferecer. Não sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.

Durante 30 minutos, ele extravasou suas emoções da maneira mais eloqüente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.

Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido tão significativa quanto aquela.

Por vezes, nós também, surpreendidos por notícias muito tristes ou chocantes, não encontramos palavras para expressar conforto ou consolação.

Chegamos ao ponto de não comparecer ao enterro de um amigo, por sentir "não ter jeito" para dizer algo para a viúva, ou os filhos órfãos.

Não vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso círculo de relações, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?

Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na ausência de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.

Ofertemos o abraço silencioso e deixemos que a vertente das lágrimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.

Ofereçamos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.

Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a mão, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: "estou aqui. Conte comigo."

Sirvamos um copo d’água, um suco àquele que secou a fonte das lágrimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isto poderá trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convulsão das dores.

Verifiquemos se não podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.

Permaneçamos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solidão são mais longas, quando os ponteiros avançam a madrugada.

***

Sê amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discrição e nobreza junto àqueles que te elegem a amizade.

A discrição é tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.

Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confiança, favorecendo a tranqüilidade.


Ouve, vê, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel à confiança que em ti depositem

quinta-feira, 16 de março de 2017



Pela estrada da vida!

Era uma dessas bicicletas com dois assentos e meu novo companheiro ia no banco de trás me ajudando a pedalar. Não me lembro bem de quando foi que ele sugeriu que mudássemos de lugar mas, desde então, minha vida não foi mais a mesma.

Enquanto eu estava no controle, eu sabia o caminho. Era bastante chato, mas era sempre a previsível menor distância entre dois pontos. Mas quando ele tomou a iniciativa, ele passou por incríveis descidas, por vales, por cima de altas montanhas e por lugares rochosos em perigosa velocidade.

Embora parecesse loucura, ele disse: - Pedale!
Eu estava preocupado e ansioso e perguntei:
- Para onde você está me levando?

Ele riu e não respondeu, e eu comecei a aprender a confiar. Me esqueci de minha vidinha chata e embarquei na aventura. E quando eu dizia:
- Estou com medo.

Ele apenas tocava em minha mão. Eu conquistei amor, paz, aceitação e alegria; presentes recebidos em nossa jornada. E lá íamos nós. Ele disse:
- Doe estes presentes. São bagagem extra, peso demais.
Então eu fiz isto, dei os presentes para as pessoas que encontramos, e acho que ao dar eu recebi. Mas nossa carga estava mais leve.

Eu não confiei à ele, logo de cara, o controle de minha vida. Eu achava que me arruinaria; mas ele conhece bem os segredos da bicicleta, sabe como fazer cada curva, sabe como evitar as pedras altas, sabe como saltar para encurtar as passagens assustadoras.

Estou aprendendo a pedalar por lugares que me eram estranhos e estou começando a apreciar a vista e a brisa fresca em meu rosto, sempre com meu companheiro, Jesus Cristo.

E quando eu estou certo de que não posso fazer mais, Ele apenas sorri e diz: "PEDALE"

E você! já deu umas pedaladas hoje? não! seu companheiro esta ai se preparando... para lhe acompanhar...



 Bom dia !

quarta-feira, 15 de março de 2017



Última corda

Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.

As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.

Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.

A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o público delirou.

Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.

Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.

De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.

O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não parou.

Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.

O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.

Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino do virtuose se rompe.

O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.

Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.

O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.

Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!

Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.

O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini... Paganini não pára.

Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.

Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.

Ele não é apenas um violinista genial, mas o símbolo do ser humano que continua diante do impossível.

* * *

Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida no Mundo.

Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.

Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar!

Afirmemos para a alma: Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!

Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo amparadas por mãos invisíveis de Misericórdia.

Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.

À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o Invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.
 
Continuemos... Sem medo, sem hesitação.

Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas de nossa rabeca, ou apenas com uma delas.

Não deixemos de tocar!