segunda-feira, 22 de setembro de 2025

A jóia escondida

 

Havia uma garotinha que caminhava sozinha por uma estrada de terra, entre árvores e pedras. No meio do caminho, ela tropeçou em algo estranho: um objeto velho, enferrujado e coberto de poeira. Quando o pegou, percebeu que dentro dele havia uma joia brilhante, rara e reluzente.


Seus olhos se encheram de encanto, e imediatamente ela correu para mostrar a todos na aldeia:

— “Olhem! É uma joia valiosa, encontrei algo incrível!”


Mas as pessoas riram.

— “Não pode ser! Nada precioso estaria escondido dentro de algo tão velho e quebrado.”


Dia após dia, a menina levava a joia consigo, protegida dentro daquele objeto desprezado. Passou pelo mercado, pela escola, pelas praças… sempre recebendo olhares de descrença.


Até que um viajante erudito chegou à cidade. Ao ver o que ela carregava, ficou paralisado.

— “Menina… você sabe o que tem nas mãos? Essa é uma joia raríssima, de valor incalculável! Algo que muitos procuraram a vida inteira e nunca encontraram.”


Então, todos que antes zombavam ficaram em silêncio, envergonhados. Tinham julgado o tesouro pelo invólucro, sem enxergar a preciosidade escondida dentro dele.


E assim, a garotinha sorriu, porque já sabia desde o início: o valor não estava na aparência externa, mas no que brilhava dentro.


Moral da história:

Nunca julgue alguém pela capa que apresenta. O que parece simples ou velho pode esconder um tesouro grandioso. O brilho verdadeiro não se apaga, mesmo quando está escondido em um vaso de barro.





 


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