Havia uma garotinha que caminhava sozinha por uma estrada de terra, entre árvores e pedras. No meio do caminho, ela tropeçou em algo estranho: um objeto velho, enferrujado e coberto de poeira. Quando o pegou, percebeu que dentro dele havia uma joia brilhante, rara e reluzente.
Seus olhos se encheram de encanto, e imediatamente ela correu para mostrar a todos na aldeia:
— “Olhem! É uma joia valiosa, encontrei algo incrível!”
Mas as pessoas riram.
— “Não pode ser! Nada precioso estaria escondido dentro de algo tão velho e quebrado.”
Dia após dia, a menina levava a joia consigo, protegida dentro daquele objeto desprezado. Passou pelo mercado, pela escola, pelas praças… sempre recebendo olhares de descrença.
Até que um viajante erudito chegou à cidade. Ao ver o que ela carregava, ficou paralisado.
— “Menina… você sabe o que tem nas mãos? Essa é uma joia raríssima, de valor incalculável! Algo que muitos procuraram a vida inteira e nunca encontraram.”
Então, todos que antes zombavam ficaram em silêncio, envergonhados. Tinham julgado o tesouro pelo invólucro, sem enxergar a preciosidade escondida dentro dele.
E assim, a garotinha sorriu, porque já sabia desde o início: o valor não estava na aparência externa, mas no que brilhava dentro.
Moral da história:
Nunca julgue alguém pela capa que apresenta. O que parece simples ou velho pode esconder um tesouro grandioso. O brilho verdadeiro não se apaga, mesmo quando está escondido em um vaso de barro.
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