“Essa história aconteceu numa fila.
Nada demais.
Mas mudou o jeito de alguém enxergar a vida.”
Um homem reclamava de tudo.
Do tempo.
Do trabalho.
Da vida.
Nada parecia suficiente.
Um dia, foi a um hospital público.
A fila estava longa.
Demorada.
Cansativa.
Enquanto esperava, ele observava as pessoas.
Um senhor idoso, apoiado numa bengala.
Uma mãe com uma criança no colo.
Um jovem em silêncio, olhando pro chão.
Em determinado momento, alguém perguntou:
‘Quem é o último da fila?’
O homem ia responder…
mas antes que dissesse qualquer coisa,
o senhor idoso falou:
‘Sou eu.’
O homem olhou melhor.
Percebeu que o idoso estava ali havia horas.
Sem reclamar.
Sem levantar a voz.
Sem exigir nada.
Aquilo ficou martelando dentro dele.
Porque às vezes,
o problema não é estar na fila.
É achar que a vida nos deve prioridade.
Naquele dia, ele não saiu do hospital mais rápido.
Mas saiu diferente.
Entendeu que paciência não é perder tempo.
É aprender a respeitar o tempo.
Que humildade não diminui ninguém.
Organiza a alma.
E que viver bem
não é passar na frente,
é saber esperar sem perder quem a gente é.
Uma história simples, real e necessária.
Nem tudo na vida é sobre chegar primeiro.
Às vezes, é sobre aprender a esperar
sem perder a paz.
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